Não há palavras para o que se passou na noite desta quarta-feira no Estádio do Bessa, quando aos 40 minutos o árbitro Bruno Esteves, muito peremtório, assinalou penalti a favor do Boavista. Mesmo em cima da jogada, este árbitro de Setúbal marcou o que não pode ter visto, mão de Diney, porque tal não aconteceu. Mas ainda mais grave é o VAR, de seu nome Hélder Malheiro, ter retificado essa decisão. Incrível! Vergonhoso! No Estádio fica desde logo a imagem de que Diney não tocou, em qualquer momento, a bola com o braço ou com o mão; e as imagens não poderiam ser mais nitidas. Mais palavras, para quê...?! Árbitro, vídeo-árbitro... Uma vergonha no Bessa e em Oeiras, respetivamente.

Nesta partida da 20ª jornada da liga NOS, o Marítmo dominou completamente a primeira parte. Marcou por Everton no minuto 8, o mesmo Everton poderia, tal como Jean Cléber, ampliado a vantagem (38 minutos), enquanto o Boavista não por uma vez chegou à baliza de Charles. O árbitro e o VAR é que colocaram a bola mais perto mas, mesmo assim, Charles defendeu, só que na recarga Mateus - já estaria dentro de área?! - igualou.

Na etapa complementar, depois de Everton ter estado novamente perto do segundo golo, o Boavista marcou na sequência de um livre que não existiu. Outro caricato, digamos assim, da arbitragem foi um fora-de-jogo assinalado no minuto 86. só visto. Mas mesmo no último minuto o empate esteve muito perto.

No Estádio do Bessa, com arbitragem de Bruno Esteves (Setúbal) e VAR Hélder Malheiro, o Marítimo alinhou:
Charles; Bebeto, Zainadine, Diney, Luís Martins 'cap', Gamboa, Filipe Oliveira (Erdem, 76), Jean Cléber, Rúben Ferreia (Ibson, 83), Ricardo Valente e Everton (Joel, 67).
Ação disciplinar: cartão amarelo a Rúben Ferreira (39) e Zainadine (60).
Golo: Everton (8).

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