“É a primeira vez que jogo fora do Brasil e quando recebi a proposta do Marítimo fiquei muito feliz pois todo o jogador brasileiro tem ambição de jogar na Europa” – as palavras são de Samuel Henrique Santos Eleotério, futebolista que a partir do passado domingo está integrado no plantel do Marítimo às ordens de PC Gusmão. Um técnico que Samuel conhece “bem” na medida em que já foi seu pupilo, no Bragantino, pelo que, acredita o jogador, “no aspecto de trabalho não terei qualquer dificuldade de adaptação”.

Para trás, Samuel deixa o Botafogo SP, coletividade onde conquistou o título de campeão brasileiro da Série D. “Foi um feito inédito no clube e agora espero ficar na História do Marítimo como fiquei na do Botafogo”, atira, com confiança. Aliás, o número que ostentava na camisola, o 10, diz bem da sua importância no clube paulista. “Não, não, não atuava como ‘10’ mas ter esse número era sinal de que o clube e a torcida gostavam de mim”.

“Jogo como lateral ou extremo direito, gosto mais de actuar na frente mas pelos clubes por onde passei fiz qualquer uma dessas posições”, explica Samuel Santos, 26 anos, uma das ‘novas caras’ verde-rubras.

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